Culpar a Imprensa por tudo já está ficando sem graça. Imprensa Golpista, Imprensa Carniceira, Imprensa Marronzista (como dizia o Odorico Paraguaçu), Imprensa Chapa Branca, Imprensa Domesticada, além das conhecidas Imprensa Caripuna e Tupiniquim. Perdeu a originalidade.
E no meio desse tumulto todo, a Rede Globo é eleita aquela que manipula corações e mentes, como se todos fôssemos teleguiados...
Hoje recebi, via minha amiga a professora Cristina Ono, um documento apontando a responsabilidade da Globo em um problema gravíssimo, que pode mudar o rumo da Humanidade e a vida na Terra. A dica foi dada, sutilmente, por um aluno através de uma prova, em que o professor não reconheceu a gravidade da denúncia.
Reproduzo o documento abaixo:
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19 de mar. de 2015
9 de fev. de 2015
FIM DE UMA ERA
Lamento o fechamento do jornal "O Estadão do Norte", após 33 anos de circulação. Os sinais de que as coisas iam mal não são recentes. Na semana passada o diário não circulou e há quem diga que há seis meses os funcionários não recebem os seus salários.
Como necrológio, sugiro a leitura do artigo "Lenta Agonia", do jornalista Osmar Silva, publicado no portal Gente de Opinião neste domingo.
Eu, como jornalista e morador de Rondônia, lamento que mais um veículo de comunicação deixe de circular. A Mar trabalhou lá e guarda muitas recordações - boas e más, claro - e também lastima o fechamento. Ela se manifestou através do tuíter (@marcela_ximenes) assim:
"Uma pena: jornal Estadão do Norte, em Porto Velho, fecha as portas. Deixou de circular semana passada, hoje os jornalistas limpam gavetas"
"O Estadão do Norte é do ex-senador Mário Calixto, que atualmente "mora" na Bolívia #imprensa #jornalismo"
"O jornal Estadão do Norte tem 33 anos e durante muito tempo foi líder entre os impressos em Rondônia. Pautou muita gente #imprensa"
"Colegas contam que o ex-senador Mário Calixto, dono do Estadão, não quer pagar os salários atrasados. Alguns não recebem há 6 meses"
Como necrológio, sugiro a leitura do artigo "Lenta Agonia", do jornalista Osmar Silva, publicado no portal Gente de Opinião neste domingo.
Eu, como jornalista e morador de Rondônia, lamento que mais um veículo de comunicação deixe de circular. A Mar trabalhou lá e guarda muitas recordações - boas e más, claro - e também lastima o fechamento. Ela se manifestou através do tuíter (@marcela_ximenes) assim:
"O Estadão do Norte é do ex-senador Mário Calixto, que atualmente "mora" na Bolívia #imprensa #jornalismo"
"O jornal Estadão do Norte tem 33 anos e durante muito tempo foi líder entre os impressos em Rondônia. Pautou muita gente #imprensa"
"Colegas contam que o ex-senador Mário Calixto, dono do Estadão, não quer pagar os salários atrasados. Alguns não recebem há 6 meses"
8 de fev. de 2015
ESSES TITULEIROS SEM NOÇÃO...
Na Imprensa de hoje já não existe essa figura, que foi muito importante para aumentar a venda dos jornais: o "tituleiro". Houve época em que havia um profissional só para fazer isso. Recebia as manchetes dos editores e os diagramadores diziam que tamanho de título queriam e ele completava a tarefa, usando imaginação e malandragem. Se a matéria fosse em uma coluna apenas, o diagramador poderia pedir: "Três de três", ou seja, três linhas com três letras ou sinais gráficos, por exemplo.
Há muitas histórias, mas esse exemplo que citei é um clássico no folclore do jornalismo mineiro. Diz-que o Brasil dos anos 50, governo Juscelino Kubitschek, passava por uma crise de relacionamento com a ONU. Para testar o tituleiro o diagramador pediu: "3 de 3!" A redação parou e ficou esperando a resposta, que veio em um pedaço de papel datilografado:
Isso tudo é para dizer que o leitor é "fisgado" pelo título. "Peixes", iguais a mim, só se alimentam de ''iscas exóticas", como aquelas que sempre comento aqui. A da "facada de misericórdia", é o exemplo mais recente.
Ontem à noite, quando fazia a 'ronda' nos sites caripunas fui fisgado por este título: "Corpo é encontrado com marca na cabeça". Fui ler imaginando que fosse alguma das ilustrações acima. Mas não era nada disso...
Há muitas histórias, mas esse exemplo que citei é um clássico no folclore do jornalismo mineiro. Diz-que o Brasil dos anos 50, governo Juscelino Kubitschek, passava por uma crise de relacionamento com a ONU. Para testar o tituleiro o diagramador pediu: "3 de 3!" A redação parou e ficou esperando a resposta, que veio em um pedaço de papel datilografado:
JK:
ONU
NÃO
Contam que houve aplausos gerais...Isso tudo é para dizer que o leitor é "fisgado" pelo título. "Peixes", iguais a mim, só se alimentam de ''iscas exóticas", como aquelas que sempre comento aqui. A da "facada de misericórdia", é o exemplo mais recente.
(Ilustra Internet/Blog Mãe da Joana)
Ontem à noite, quando fazia a 'ronda' nos sites caripunas fui fisgado por este título: "Corpo é encontrado com marca na cabeça". Fui ler imaginando que fosse alguma das ilustrações acima. Mas não era nada disso...
5 de set. de 2014
GENTE QUE CHEGA, GENTE QUE SAI
Na verdade ela não saiu, apenas trocou de bancada. Estou falando da jornalista Ivanete Damasceno que passou do G1 - Rondônia para o GE. Boa sorte e muitos gols na sua careira. (Foto 'selfie' chupada da página da Ivanete no Facebook)
6 de fev. de 2013
DEPOIS DA PORTA ARROMBADA...
Já dizia a minha avó Zulmira: "Depois da porta arrombada não adianta botar tramela". Para quem não sabe, uma pequena explicação contextual: Antigamente se usava um pedaço de madeira com um furo no meio que servia para fechar a porta, antes que o uso das fechaduras fosse popularizado. Para aumentar a "segurança", ou depois que a casa era roubada, a pessoa fazia um furo abaixo da tramela e colocava um prego para evitar que com uma faca, o ladrão abrisse...

Lembrei-me dessa história de infância para comentar o pós-Kiss, a tragédia anunciada em Santa Maria. Não podemos esquecer a omissão das autoridades, nem o "antes tarde do que nunca" - para continuar citando os "velhos deitados".
Parece que agora bombeiros, CREAs, associação de tudo quanto é fiscal e a Imprensa, resolveram correr atrás do prejuízo. Destaco duas iniciativas que vi nesta manhã e que inspiraram este comentário: fiscalização nos veículos do transporte público de Porto Velho - o segundo em sete dias - e a vistoria em ônibus escolares, além do anúncio do fechamento de casas noturnas.E como encontraram problemas... (Foto: nanevs.blogspot)
21 de nov. de 2012
MUDANDO DE EDITORIA
Há muito tempo, quando os políticos passavam da Editoria de Política para a de Polícia era devido a algum crime de sangue. Homicídios dolosos ou culposos, atropelamentos, alguma coisa passional relacionada a mulheres e pouco além disso.
Mais recentemente os crimes passaram a ser os de colarinho branco, que é o assalto ao dinheiro público. As denúncias feitas pelo Ministério Público e pela sociedade, via Imprensa, tem crescido proporcionalmente ao crescimento do senso crítico da sociedade. Em Rondônia vimos estas mudanças de editorias com frequência, desde os casos Raquel Cândido e Jabes Rabello até Valter Araújo, passando pelo assassinato do senador Olavo Pires - este vítima -, há 22 anos.
Foi pensando nesta história toda que me lembrei de uma conversa antiga: Eurípedes Miranda era secretário de Segurança no governo Jerônimo Santana e já almejava uma candidatura a deputado estadual. Tentava colocar releases com as ações da então SSP nas páginas "nobres" dos jornais da época. Em vão. Todas as notícias iam, invariavelmente, para as páginas de polícia. Um dia o secretário Miranda perguntou-me:
- Zé, como posso mudar de editoria?
- ???
- Tudo que eu faço, visita, inauguração, só sai na página de polícia... Eu quero sair lá na frente [página 3, imagino]..."
- Bom secretário, é a sua atividade... Tem que visitar as redações e conversar com os editores...
Não sei se ele fez isso, mas eleito deputado, mudou de editoria.
Mais recentemente os crimes passaram a ser os de colarinho branco, que é o assalto ao dinheiro público. As denúncias feitas pelo Ministério Público e pela sociedade, via Imprensa, tem crescido proporcionalmente ao crescimento do senso crítico da sociedade. Em Rondônia vimos estas mudanças de editorias com frequência, desde os casos Raquel Cândido e Jabes Rabello até Valter Araújo, passando pelo assassinato do senador Olavo Pires - este vítima -, há 22 anos.
Foi pensando nesta história toda que me lembrei de uma conversa antiga: Eurípedes Miranda era secretário de Segurança no governo Jerônimo Santana e já almejava uma candidatura a deputado estadual. Tentava colocar releases com as ações da então SSP nas páginas "nobres" dos jornais da época. Em vão. Todas as notícias iam, invariavelmente, para as páginas de polícia. Um dia o secretário Miranda perguntou-me:
- Zé, como posso mudar de editoria?
- ???
- Tudo que eu faço, visita, inauguração, só sai na página de polícia... Eu quero sair lá na frente [página 3, imagino]..."
- Bom secretário, é a sua atividade... Tem que visitar as redações e conversar com os editores...
Não sei se ele fez isso, mas eleito deputado, mudou de editoria.
25 de out. de 2012
MANIA DE VELHO
Quem me conhece sabe que odeio jornal desfolhado. Não sei como as pessoas só conseguem ler um jornal despedaçando ele todo, misturando as páginas dos diferentes cadernos e, o pior, deixando o estrago para quem for ler depois. Especialmente se for eu e se eu for o dono do jornal.
Raiva igual sinto ao ver que o "meu" jornal foi mexido e, acima de tudo, rabiscado.
Ao fazer a minha sagrada (re)leitura matinal - leio quase tudo na véspera, pela internet, mas preciso pegar no papel e sentir o cheiro da tinta - encontrei esse sacrilégio:
E o 'miseráve' nem completou a cruzadinha...
Raiva igual sinto ao ver que o "meu" jornal foi mexido e, acima de tudo, rabiscado.
Ao fazer a minha sagrada (re)leitura matinal - leio quase tudo na véspera, pela internet, mas preciso pegar no papel e sentir o cheiro da tinta - encontrei esse sacrilégio:
E o 'miseráve' nem completou a cruzadinha...
28 de set. de 2012
A JUSTIÇA JÁ FOI JUSTA
Recebi um emeio que, vez em quando, aparece na caixa de mensagens. Como o assunto não perde a atualidade, reproduzo para matar a saudade de alguns do Juridiquês Arcaico, mas empolado.
11 de set. de 2012
ASSIM É FÁCIL
Ontem, 10 de setembro, foi comemorado o Dia Nacional da Imprensa. A data foi escolhida em comemoração ao início da circulação da Gazeta do Rio de Janeiro, em 10 de setembro de 1808.
No programa "Papo de Redação" na Rádio Parecis, o jornalista Sérgio Pires disse que o jornalismo impresso está com os dias contados. Concordo em parte. Muitas pessoas - eu entre elas - ainda gosta de manusear o jornal, ler tudo, comparar a edição de um veículo com outro, ver a abordagem que cada editor deu para o mesmo fato, além de uma garimpagem nos classificados, em busca do exótico.
Mas há dias que toda esta sede compulsiva de informação fica sem ser saciada. Hoje, por exemplo. Na capa do Estadão do Norte, no alto da página, a chamada "Mais de 150 kg de ouro são extraídos por mês". Fiquei interessado, pois havia lido algo semelhante na semana passada e queria mais informações.
Ao ler o texto, na página seis, encontrei muitas "semelhanças" com aquele que eu tinha lido anteriormente.
Assim, os impressos não farão falta. Lamento.
21 de ago. de 2012
13 de jul. de 2012
TADINHA DA IMPRENSA
Bode 'espirratório' (como diz o Cassol), a Imprensa, mais que asuzina, é a culpada de tudo de ruim que acontece às pessoas. Quem cospe, agora, no prato que comeu é o ex-senador Demóstenes Torres. Ele foi vítima do mesmo instrumento que usou contra os adversários políticos. Que o diga o senador Renan Calheiros.
Ressalto que a instituição Imprensa não é flor que se cheire, é, apenas - como os políticos -, o reflexo da sociedade.
Ressalto que a instituição Imprensa não é flor que se cheire, é, apenas - como os políticos -, o reflexo da sociedade.
25 de mai. de 2012
FRASE
"Veículos [de Comunicação] devem ser transparentes e não fingir que são neutros". Vivi Mosé, psicóloga, psicanalista e professora, em entrevista à Revista Imprensa (Via Portal Imprensa)
30 de mar. de 2012
ENTÃO?
Citado por Moacir Japiassu:
Millôr dixit:
"Imprensa é oposição, o resto é armazém de secos e molhados."
Janistraquis também dixit:
"E há jornalistas, muitos e muitos, que estão felicíssimos com o faturamento de seus armazéns."
Millôr dixit:
"Imprensa é oposição, o resto é armazém de secos e molhados."
Janistraquis também dixit:
"E há jornalistas, muitos e muitos, que estão felicíssimos com o faturamento de seus armazéns."
14 de nov. de 2011
REPÚBLICA
Há 122 anos é comemorada a Proclamação da República no Brasil. Diferente de outras datas cívicas, como o Sete de Setembro ou o 21 de abril, a proclamação da República não empolga como data importante para a Nação brasileira. É mais um feriado e, como acontece neste ano, emendado em um final de semana que o antecedeu. Possivelmente uma ou outra matéria lembrará a data, mas grande maioria da Imprensa dará destaque se fez sol nas praias e o número de acidentes nas rodovias, além da “pacificação da Rocinha”, onde repórteres tentam garimpar novidades, sem conseguir.
2 de ago. de 2011
14 de out. de 2010
26 de jun. de 2010
DICA DE ENTREVISTA
Conheça aqui os pontos de vista do jornalista Celso Gomes, da Assessoria de Imprensa do DT-RO/AC. Banzeiros recomenda.
3 de jun. de 2010
ISO PARA JORNALISTA
Tramitando no Senado dos Estados Unidos proposta do senador Bruce Patterson, que quer lei para regular a profissão de jornalista, como é feito em outras profissões, lá na gringolândia. 'Segundo o político, o aumento expressivo no número de veículos de mídia, seja os tradicionais, online ou os que produzem notícias via jornalistas-cidadãos, tem gerado uma grande quantidade de desinformação. Para contornar o problema, ele sugere que os jornalistas sejam avaliados e recebam uma licença – que os identificaria como confiáveis'.
Se a moda pega, não haverá seguro-desemprego ou bolsa-família que dê conta! (Via Observatório da Imprensa)
15 de mai. de 2010
FRASE
"O Judiciário descobriu a comunicação. A comunicação descobriu o Judiciário. Olharam-se, não houve amor à primeira vista. Mas o tempo demonstrou que um não podia viver sem o outro e a convivência fez brotar respeito e admiração. Quem sabe ainda um dia surja o amor!" Cláudio Montesso, ex-presidente da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho.
Encontrei esta frase na apresentação do livro " A Comunicação na Justiça Brasileira", do Flávio Damiani e da Edvânia Kátia, que ganhei numa promoção do Conbrascom e reflete uma verdade incontestável.
Encontrei esta frase na apresentação do livro " A Comunicação na Justiça Brasileira", do Flávio Damiani e da Edvânia Kátia, que ganhei numa promoção do Conbrascom e reflete uma verdade incontestável.
26 de jun. de 2009
FOGUEIRA DE ONIBUS
Vi ontem a cobertura da coletiva em que foram apresentados à Imprensa caripuna os acusados de terem tacado fogo em dois coletivos com as respectivas tripulações embarcadas. Posso estar enganado, mas não me lembro de ter ouvido a causa dos atos pirotécnicos. Dizer que a ordem veio do Urso Branco, por que um preso foi transferido, não faz sentido.
Por isso sou partidário da teoria que o fogo foi para obrigar a empresa renovar a frota...
Por isso sou partidário da teoria que o fogo foi para obrigar a empresa renovar a frota...
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