Peguei um táxi para ir ao trabalho, pedindo que o motorista parasse para mim em uma agência ou caixa eletrônico do Banco do Brasil. Ele optou pela agência Calama do bairro São João Bosco. Avisei: "aqui é proibido estacionar. Se o senhor quiser dar o 'balão', eu espero". Desembarquei , entrei na agência, retornando poucos minutos depois.
O motorista contou a seguinte história:
- Quando o senhor entrou, resolvi ficar aqui. Se aparecesse algum guardinha [da Semtran] eu dava o balão. Parou um viatura e desceu um policial fardado e um outro homem, de bermuda, sem algemas e entraram no banco. O policial que ficou na viatura parou um taxo, falou alguma coisa com o motorista e os dois carros seguiram. Acho que a viatura foi fazer o balão...
- Mas o que está errado, desculpe, mas não entendi...
- Eu tenho quase certeza que o cara de bermuda é policial que está preso.
- Ah...
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14 de jul. de 2013
23 de jul. de 2010
DEPOIS DO ÍNDIO ISOLADO, O ÍNDIO INVISÍVEL
Comentário sobre nota de falecimento publicada no Gente de Opinião:
"De: AJUDANTE
Data: 23/07/2010
MAIS UM ( 1 ) se foi. Essa usina ainda vai levar muita gente, a maldição da Amazônia. Se vocês não sabem, aquele lugar há muito tempo atrás, era uma aldeia indígena. Certo dia os portugueses invadiram o local e mataram as mulheres, criançase cachorros, na frente dos homens que foram levados como escravos; mas uma criança sobreviveu ao massacre e se tornou o 'índio invisível', matando todos que venham a invadir o local."
Dessa eu não sabia. Será que tem a ver com a Vila de Balsemão, engolida pela selva no século XVII?
É cada uma!
"De: AJUDANTE
Data: 23/07/2010
MAIS UM ( 1 ) se foi. Essa usina ainda vai levar muita gente, a maldição da Amazônia. Se vocês não sabem, aquele lugar há muito tempo atrás, era uma aldeia indígena. Certo dia os portugueses invadiram o local e mataram as mulheres, criançase cachorros, na frente dos homens que foram levados como escravos; mas uma criança sobreviveu ao massacre e se tornou o 'índio invisível', matando todos que venham a invadir o local."
Dessa eu não sabia. Será que tem a ver com a Vila de Balsemão, engolida pela selva no século XVII?
É cada uma!
10 de fev. de 2010
A PONTE
Só quem não precisa atravessar o Rio Madeira, através da balsa, para seguir pela BR-319, é contra a construção da ponte. Ontem ficamos "presos" por uma hora e meia do lado de lá. A fila de veículos tinha mais de dois quilômetros e as duas balsas não davam "vencimento" à demanda.
A lenda urbana de que a culpa é do balseiro pelo atraso na construção da ponte, começa a fazer sentido.
A lenda urbana de que a culpa é do balseiro pelo atraso na construção da ponte, começa a fazer sentido.
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