26 de mai de 2013

É CADA UMA...

Íamos para o aeroporto de táxi.  Havia chovido pouco antes e a avenida Migrantes - que tem problemas de drenagem (é uma exceção na cidade) - acumulava água ao longo da pista, quando passamos por um carro que trafegava devagar, vidros abertos e o motorista com o braço esquerdo para fora da janela.
Na rotatória da avenida Jorge Teixeira, ele parou o carro à esquerda do táxi e fez um sinal. O taxista baixou o vidro e o diálogo foi este:
- O que foi?
- Você jogou água dentro do meu carro!
[Um, dois segundos de silêncio]
- Ah! O bebê não quer molhar? Está chovendo, então feche os vidros e cubra o carro com uma lona!
- ... [Não ouvi o que o cara respondeu]
- Não tô dizendo?

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