Esta semana a agência reguladora que cuida do setor elétrico, a Aneel, decidiu que o atraso na construção dasuzina de Belo Monte, Jirau e Santo Antônio, por problemas externos à vontade dos empreendedores, como greves e manifestações, não podem ser usados como justificativa destes descompasso de cronogramas.
O ministro das Minas e Energia, paraense radicado em Manaus, Eduardo Braga, por dever de ofício, creio eu, entende que a Aneel acertou na decisão.
Sobre o assunto, fiz o seguinte comentário ao amigo Chico Lemos, o multi antenado editor do portal Gente de Opinião, que me permito publicar:
"O Eduardo Braga é do Amazonas, estado que será beneficiado com a energia tanto dasuzina do Madeira, quanto de Belo Monte. Aí ele fala que a multa está correta, vai ver que quer inviabilizar os três empreendimentos, como foi o caso do gasoduto.
O Amazonas, em princípio, não o quis. Rondônia avançou e quase trouxe o gás para cá. Aí (e só aí) o governo do Amazonas fincou pé, levou o gás para eles e nós, de Rondônia, estamos a ver balsas subindo o Madeira.
Outra coisa. As greves e manifestações foram "estimuladas" por centrais sindicais e entidades ligadas a setores do governo e agora o mesmo governo pune as empresas pelas paralisações."
Nem Edgar Allan Poe explica. Muito menos Kafka ou Raul Seixas. Aproveito para revisitar um comentário antigo: "Gasoduto"
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2 de mai. de 2015
22 de mai. de 2014
CENAS DA CIDADE
Passado - Foto maior 20/07/2013
Presente Fotos Menores - 21/05/2014
Porém, o tapume e a placa são novos
Perspectivas do edifício "Centro Empresarial Porto Velho"
Hum...
Apostando na migração para a UHE Belo Monte
Bonito painel do artista plástico Assis Chateaubriand na
Biblioteca Pública Municipal "Francisco Meirelles"
Biblioteca Pública Municipal "Francisco Meirelles"
(Fotos e inferências JCarlos)
24 de jun. de 2013
PARA EXPORTAÇÃO
As emissoras de rádio de Porto Velho estão divulgando anúncio do SINE estadual, onde são oferecidas vagas para trabalhar em Belo Monte. É mais um demonstração do acerto na implantação do Programa Acreditar, criado pela Odebrecht, para qualificar a mão de obra existente na região.
5 de fev. de 2013
O OUTRO LADO
"Estudo mostra que Pará pode receber até R$ 2,2 bi em compensações ambientais
Investimentos em empreendimentos que têm sido vistos por grupos ambientalistas e movimentos sociais como uma ameaça para a Amazônia podem ser, também, uma oportunidade. O Pará tem potencial para gerar recursos entre R$ 720 milhões a R$ 2,2 bilhões e investir na estruturação de suas unidades de conservação barrando o desmatamento e preservando a biodiversidade. Essa estimativa leva em conta a receita da compensação ambiental pelo impacto de obras em seu território. (...)
Quem disse? Está aqui.
Investimentos em empreendimentos que têm sido vistos por grupos ambientalistas e movimentos sociais como uma ameaça para a Amazônia podem ser, também, uma oportunidade. O Pará tem potencial para gerar recursos entre R$ 720 milhões a R$ 2,2 bilhões e investir na estruturação de suas unidades de conservação barrando o desmatamento e preservando a biodiversidade. Essa estimativa leva em conta a receita da compensação ambiental pelo impacto de obras em seu território. (...)
Quem disse? Está aqui.
16 de mai. de 2011
NEGÓCIO DE OCASIÃO
Enquanto ambientalistas, ongueiros e índios se descabelam para impedir o licenciamento de Belo Monte, corretores de imóveis acreditam que o empreendimento vai sair. Vejam o anúncio que encontrei (por acaso) na internet.
Aqui, em Porto Veho, aconteceu a mesma coisa.
26 de abr. de 2011
PALHAÇADA
Temo, sinceramente, o papelão que o Brasil fará em 2014, na Copa do Mundo. Não estou falando de futebol, pois disso não entendo. Estou falando de infraestrutura de transportes. Aeroportos, portos e rodoviárias desaparelhados para receber a grande quantidade de pessoas que se espera vir para os jogos - os jornalistas chegam meses antes para mostrar os "furos" na organização.
Estou comentando isso para falar do péssimo serviço que nos foi oferecido pelo pessoal de terra da TAM, a última das grandes companhias aéreas brasileiras, nos voos 3800 (Congonhas - Cuiabá) e 3630 (Cuiabá - Porto Velho).
Em São Paulo, ao fazermos o check-in a funcionária não sabia a qual portão de embarque nos encaminhar. Sugeriu que aguardássemos perto do portão 3, mas ficássemos atentos aos avisos do alto-falante. Não deu outra, o local de embarque mudou duas vezes e, já com o avião em solo, mais uma vez. Descemos para o térreo, onde a organização das filas era feita de boca.
Os ônibus chegavam e a funcionária encarregada do despacho empurrava (sem força, mas empurrava) as pessoas para dentro do veículo para que coubesse o maior número de passageiros possível. Faltou dizer: "Um passinho a frente, por favor".
Em Cuiabá, o funcionário que fazia o receptivo, indicou a porta da sala de embarque. Fomos até lá e estava trancada. O funcionário da Infraero veio abrir e, por assovios, se comunicou com o cara da TAM, que ainda estava na pista. Este, ao invés de liberar a entrada, mandou que esperássemos. Quando saiu a última passageira do avião ele assoviou para o cara da Infraero e fez um sinal 'cassólico' (positivo) para liberar a entrada.
Passei pelo funcionário da Infraero falando "palhaçada". Ele respondeu "Ele é assim mesmo".
É bom a TAM e a Infraero botarem as respectivas barbas de molho. A presidente Dilma vai abrir o mercado das empresas aéreas e privatizar a administração dos aeroportos. Para estes caras ainda haverá a alternativa de trabalhar em Belo Monte.
Estou comentando isso para falar do péssimo serviço que nos foi oferecido pelo pessoal de terra da TAM, a última das grandes companhias aéreas brasileiras, nos voos 3800 (Congonhas - Cuiabá) e 3630 (Cuiabá - Porto Velho).
Em São Paulo, ao fazermos o check-in a funcionária não sabia a qual portão de embarque nos encaminhar. Sugeriu que aguardássemos perto do portão 3, mas ficássemos atentos aos avisos do alto-falante. Não deu outra, o local de embarque mudou duas vezes e, já com o avião em solo, mais uma vez. Descemos para o térreo, onde a organização das filas era feita de boca.
Os ônibus chegavam e a funcionária encarregada do despacho empurrava (sem força, mas empurrava) as pessoas para dentro do veículo para que coubesse o maior número de passageiros possível. Faltou dizer: "Um passinho a frente, por favor".
Em Cuiabá, o funcionário que fazia o receptivo, indicou a porta da sala de embarque. Fomos até lá e estava trancada. O funcionário da Infraero veio abrir e, por assovios, se comunicou com o cara da TAM, que ainda estava na pista. Este, ao invés de liberar a entrada, mandou que esperássemos. Quando saiu a última passageira do avião ele assoviou para o cara da Infraero e fez um sinal 'cassólico' (positivo) para liberar a entrada.
Passei pelo funcionário da Infraero falando "palhaçada". Ele respondeu "Ele é assim mesmo".
É bom a TAM e a Infraero botarem as respectivas barbas de molho. A presidente Dilma vai abrir o mercado das empresas aéreas e privatizar a administração dos aeroportos. Para estes caras ainda haverá a alternativa de trabalhar em Belo Monte.
8 de abr. de 2011
DECLINEI
Participei esta tarde de uma reunião em que estavam representantes das comunidades do Baixo Madeira. Fui falar sobre "asuzina" de Santo Antônio. Após minha exposição, um dos participantes levantou a mão para fazer uma pergunta:
- É sobre aquela usina de Belo Monte. É verdade que é os americanos que não deixam que seja construída? Se for isso, eu, como brasileiro, sou a favor da obra!
- Olha, isso aí eu não sei, prefiro acreditar que a dificuldade são os problemas ambientais e com os indígenas da região...
- O senhor não pode falar, mas são os americanos mesmo. Eu já li sobre isso...
Eu só fiz um gesto vago e retornei ao meu lugar na platéia.
- É sobre aquela usina de Belo Monte. É verdade que é os americanos que não deixam que seja construída? Se for isso, eu, como brasileiro, sou a favor da obra!
- Olha, isso aí eu não sei, prefiro acreditar que a dificuldade são os problemas ambientais e com os indígenas da região...
- O senhor não pode falar, mas são os americanos mesmo. Eu já li sobre isso...
Eu só fiz um gesto vago e retornei ao meu lugar na platéia.
10 de fev. de 2011
ENDOIDECENDO AMBIENTALISTAS
A edição da Folha de S. Paulo de hoje informa que a missão do novo presidente da Eletrobrás, José da Costa Carvalho Neto, será achar novas fontes renováveis na Amazônia e nos países vizinhos ao Brasil para a geração de energia. O assunto repercutiu também nos sites especializados.
Isso significa que os ambientalistas que estão gritando contra a UHE Belo Monte, que poupem as guelas.
Isso significa que os ambientalistas que estão gritando contra a UHE Belo Monte, que poupem as guelas.
20 de abr. de 2010
BELO MONTE
Quase que o leilão não acontece de novo. A liminar chegou às 13hs30 e o leilão acabou três minutos antes. O consórcio liderado pela Chesf e Construtora Queiróz Galvão venceu, oferecendo energia a R$ 78,00 (na verdade 77,97) o megawatt/hora.
Agora vai ser outra luta para conseguir a Licença de Instalação.
Agora vai ser outra luta para conseguir a Licença de Instalação.
16 de abr. de 2010
VALE A PENA VER DE NOVO
Suspensão do leilão de Belo Monte cai. Uma verdadeira novela.
O interessante é que a queda da liminar que suspendia o leilão quase não deu "ibope". Ô raça!
O interessante é que a queda da liminar que suspendia o leilão quase não deu "ibope". Ô raça!
15 de abr. de 2010
VALE A PENA VER DE NOVO - 2
Deu na Imprensa tupiniquim toda: "Justiça suspende leilão e licença de Belo Monte".
Sem comentários.
Sem comentários.
29 de mai. de 2009
ENQUANTO QUEBRAM O PAU AQUI, LÁ...
Deu no Valor Econômico de hoje: "Projeto de Belo Monte prevê resssentamento de 19 mil pessoas - A construção da usina de Belo Monte, no Rio Xingu, no Pará, que deve ser licitada no segundo semestre deste ano, conseguiu unir as três grandes construtoras do País que estão empenhadas em tirar o projeto do papel - Odebrecht, Camargo Corrêa e Andrade Gutierrez assinaram um convênio de cooperação técnica com a Eletrobrás e conduzem os estudos ambientais numa parceria inédita."
He, he, he
He, he, he
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