Mostrando postagens com marcador Infraero. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Infraero. Mostrar todas as postagens

10 de mar. de 2015

DO PASSADO

Em 1995, a convite do então presidente da Fiero, Miguel de Souza, recebemos a visita do embaixador do Peru no Brasil, Alejandro Godillo Fernandes. O convite foi feito em um evento promovido pela Assembleia Legislativa do Acre, em Rio Branco, no qual os dois eram palestrantes.

A agenda do embaixador constou das visitas protocolares, uma palestra no auditório da Unir, onde ele foi espezinhado por causa das prisões dos militantes do 'Sendero Luminoso', pelo presidente peruano Alberto Fujimori. Depois o diplomata foi levado a conhecer algumas indústrias em Ariquemes.

No Frigorífico Fernandes o embaixador Godillo Fernandes acompanhou todo o processo industrial, do abate ao empacotamento. Porém, no setor de miúdos o homem quase passou mal. Ele ficou maravilhado e dizia: "Muy hermoso y muy rico, todo!". Depois explicou que no país dele os pratos mais finos têm o "el mondongo" como principal ingrediente. O embaixador ganhou uma caixa de isopor com alguns quilos de bucho congelado para comer em Brasília.

Desta visita iniciaram tratativas para exportação de carne bovina resfriada de Ariquemes para Lima. Visitas comerciais foram trocadas, houve interesse de uma empresa aérea em fazer vôos charter, mas o chamado "Custo Brasil" derrubou tudo. Os impostos e taxas (Infraero) tornaram o negócio inviável.

26 de abr. de 2012

PERGUNTA PERTINENTE

O que adianta uma obra de reforma do Aeroporto Internacional "Governador Jorge Teixeira", no valor de R$ 9 milhões, com ampliação das salas de embarque, se as empresas aéreas estão reduzindo os vôos saindo ou chegando de Porto Velho?

26 de abr. de 2011

PALHAÇADA

Temo, sinceramente, o papelão que o Brasil fará em 2014, na Copa do Mundo. Não estou falando de futebol, pois disso não entendo. Estou falando de infraestrutura de transportes. Aeroportos, portos e rodoviárias desaparelhados para receber a grande quantidade de pessoas que se espera vir para os jogos - os jornalistas chegam meses antes para mostrar os "furos" na organização.
Estou comentando isso para falar do péssimo serviço que nos foi oferecido pelo pessoal de terra da TAM, a última das grandes companhias aéreas brasileiras, nos voos 3800 (Congonhas - Cuiabá) e 3630 (Cuiabá - Porto Velho).
Em São Paulo, ao fazermos o check-in a funcionária não sabia a qual portão de embarque nos encaminhar. Sugeriu que aguardássemos perto do portão 3, mas ficássemos atentos aos avisos do alto-falante. Não deu outra, o local de embarque mudou duas vezes e, já com o avião em solo, mais uma vez. Descemos para o térreo, onde a organização das filas era feita de boca.
Os ônibus chegavam e a funcionária encarregada do despacho empurrava (sem força, mas empurrava) as pessoas para dentro do veículo para que coubesse o maior número de passageiros possível. Faltou dizer: "Um passinho a frente, por favor".
Em Cuiabá, o funcionário que fazia o receptivo, indicou a porta da sala de embarque. Fomos até lá e estava trancada. O funcionário da Infraero veio abrir e, por assovios, se comunicou com o cara da TAM, que ainda estava na pista. Este, ao invés de liberar a entrada, mandou  que esperássemos. Quando saiu a última passageira do avião ele assoviou para o cara da Infraero e fez um sinal 'cassólico' (positivo) para liberar a entrada.
Passei pelo funcionário da Infraero falando "palhaçada". Ele respondeu "Ele é assim mesmo".
É bom a TAM e a Infraero botarem as respectivas barbas de molho. A presidente Dilma vai abrir o mercado das empresas aéreas e privatizar a administração dos aeroportos. Para estes caras ainda haverá a alternativa de trabalhar em Belo Monte.