Mostrando postagens com marcador TAM. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador TAM. Mostrar todas as postagens

25 de abr. de 2012

AINDA SÃO PENAS

As empresas Trip e Azul já "cresceram o olho" nas rotas aéreas, passando por Porto Velho, que estão sendo abandonadas pela Gol e TAM. (Foto Divulgação)

CORTARAM AS ASAS

O assunto mais falado na cidade é a suspensão dos voos da TAM e da Gol para Brasília, Manaus, Rio Branco, São Paulo e conexões. Particularmente acho que esta iniciativa faz parte dos esforços para evitar os efeitos maléficos do tal "pózuzina". Não tendo como sair, os novos migrantes se enturmam e ficam por aqui mesmo, mantendo aquecidos os mercados imobiliários e comercial, os dois setores que mais chiam.
Com isso, talvez sejam canceladas as comemorações do "Dia do Emigrante", prevista calendário de efemérides para esta sexta-feira, 27.
Hein? Nunca ouviu falar no "Dia do Emigrante"? Nem eu. Descobri ao ler o Almanaque Brasil. (Foto Shawnee Ispala)

26 de abr. de 2011

PALHAÇADA

Temo, sinceramente, o papelão que o Brasil fará em 2014, na Copa do Mundo. Não estou falando de futebol, pois disso não entendo. Estou falando de infraestrutura de transportes. Aeroportos, portos e rodoviárias desaparelhados para receber a grande quantidade de pessoas que se espera vir para os jogos - os jornalistas chegam meses antes para mostrar os "furos" na organização.
Estou comentando isso para falar do péssimo serviço que nos foi oferecido pelo pessoal de terra da TAM, a última das grandes companhias aéreas brasileiras, nos voos 3800 (Congonhas - Cuiabá) e 3630 (Cuiabá - Porto Velho).
Em São Paulo, ao fazermos o check-in a funcionária não sabia a qual portão de embarque nos encaminhar. Sugeriu que aguardássemos perto do portão 3, mas ficássemos atentos aos avisos do alto-falante. Não deu outra, o local de embarque mudou duas vezes e, já com o avião em solo, mais uma vez. Descemos para o térreo, onde a organização das filas era feita de boca.
Os ônibus chegavam e a funcionária encarregada do despacho empurrava (sem força, mas empurrava) as pessoas para dentro do veículo para que coubesse o maior número de passageiros possível. Faltou dizer: "Um passinho a frente, por favor".
Em Cuiabá, o funcionário que fazia o receptivo, indicou a porta da sala de embarque. Fomos até lá e estava trancada. O funcionário da Infraero veio abrir e, por assovios, se comunicou com o cara da TAM, que ainda estava na pista. Este, ao invés de liberar a entrada, mandou  que esperássemos. Quando saiu a última passageira do avião ele assoviou para o cara da Infraero e fez um sinal 'cassólico' (positivo) para liberar a entrada.
Passei pelo funcionário da Infraero falando "palhaçada". Ele respondeu "Ele é assim mesmo".
É bom a TAM e a Infraero botarem as respectivas barbas de molho. A presidente Dilma vai abrir o mercado das empresas aéreas e privatizar a administração dos aeroportos. Para estes caras ainda haverá a alternativa de trabalhar em Belo Monte.

17 de jan. de 2011

A TAM SEM O COMANDANTE ROLIM

Anotações de ontem, que recupero:
1 - O avião que vim de Brasília para Porto Velho era tão velho que no 'script' lido pela comissária, o nome do aeroporto de Porto Velho ainda era "Belmont", nome trocado há mais ou menos 10 anos para "Aeroporto Internacional Governador Jorge Teixeira", por iniciativa do então senador Moreira Mendes. Não deixei passar. Ao desembarcar cumprimentei o comandante Guedes e a chefe das comissárias e falei que Belmont já era;
2 - Esta bolsa preta, com bolinhas brancas, ficou abandonada no pátio de estacionamento do aeroporto de Brasília. Os funcionários a pegavam, olhavam a etiqueta e a deixavam no solo. Se alguém perdeu a bolsa, já sabe. (Foto JCarlos)

20 de nov. de 2010

PARA NÃO PASSAR BATIDO

Eu desembarquei no aeroporto Santos Dumont disposto a elogiar a TAM pela pontualidade - o vôo saiu exatamente às 1h40 de Manaus e chegou em Brasília 6hs24, seis minutos antes do previsto. Embarcamos e logo depois decolamos, também dentro do programado. Às 9hs já estávamos no Rio de Janeiro.
Os lanches servidos nos trechos foram adequados e as tripulações passaram perguntando se alguém queria mais. Até o clima contribuiu, não havia muitas nuvens ou vento e, por isso, não houve turbulência. Quem consegue dormir em avião, se deliciou.
Já estava com isso tudo anotado na cabeça quando, para não escapar à regra, ficamos quase uma hora aguardando as bagagens. Até parece um aeroporto (inter)nacional que conheço em algum lugar no norte.

29 de jul. de 2009

UM VÔO LONGO DEMAIS

Volta para casa, fim do dia, cansadão, avião lotado; duas pessoas embarcaram em cadeiras de rodas; uma outra com a perna quebrada; um cego; um com máscara descartável "anti-gripe"; crianças de montão, de todas as idades e tamanhos. Mais. Um funcionário de um Ministério, cônscio de sua importância, exigindo a cadeirinha da frente. Antes do avião decolar, esse pessoal todo teve que ser acomodado, 'relocando' quem já estava assentado. A loira, chefe das comissárias, corria para todo lado e não contava com a colaboração dos demais passageiros que a chamavam a cada momento.
Ao meu lado, um casal, em que o homem fingia estar "dirigindo" a aeronave, quando esta taxiava. Temi que pudesse haver incompatibilidade entre o sistema de controle do avião com "o" do meu vizinho de poltrona...

24 de mai. de 2009

EXCESSO DE ZELO

Funcionários da TAM, em Porto Velho, reclamavam do excesso de zelo dos agentes da Polícia Federal que verificavam o Raio-X das bagagens de mão. Havia uma fila para acessar a sala de embarque, que virou só um corredor, já a gente passava pelo detetor e já ia para a pista. A funcionária que recolhia os tickets disse que o comandante iria decolar e deixar gente para trás. "Quero ver o que vão fazer", completou, se referindo aos federais. Uma outra funcionária da TAM, comissária de folga, me disse: "Devem estar procurando os chineses". Pensei, 'só se for aquele china do filme Doze Homens e um Segredo, que cabia numa mala', mas respondi que poderia ser alguma denúncia de tráfico de drogas.

14 de abr. de 2009

CRISE NAS ALTURAS

Há alguns anos, quando começou a funcionar, a empresa aérea Gol oferecia passagens a preços inacreditáveis. Para conseguir a proeza, cortou custos. A principal diferença sentida pelos passageiros foi no serviço de bordo. Até hoje não me acostumei com a barra de cereais e a caixinha de suco. Mas ontem fui surpreendido pelo lanche servido pela Tam, no trecho Brasília - São Paulo: um prosaico picolé de uva.
Isso é que é pão-durismo!